Uma das 10 maravilhas da Engenharia ao redor do mundo, O Burj Al Arab é um luxuoso hotel edificado em Dubai, Emirados Árabes Unidos (EAU). A construção do Burj Al Arab tem início em 1994. Localizado no Golfo pérsico, ele foi construído sobre uma ilha artificial de areia, que levou dois anos para sua formação contendo estrutura de concreto e três níveis no subsolo, a construção do hotel custou $ 650 milhões!!!
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Igui Piscinas
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quinta-feira, 23 de abril de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
Para ser feliz, compre experiências e não coisas
Para ser feliz, compre experiências e não coisas
A receita para a felicidade é simples: gaste seu dinheiro com experiências e não com coisas. Esta foi a conclusão a que chegou o pesquisador norte-americano Dr. Thomas Gilovich, professor de psicologia na Universidade de Cornell.
Em artigo publicado recentemente na revista científica Experimental Social Psychology, ele explica toda a lógica por trás desta informação. Segundo o especialista, os bens materiais dão uma sensação momentânea de felicidade, enquanto as experiências, como viagens, shows e passeios, acabam se tornando parte da pessoa e rendem lembranças e laços que duram por toda a vida.

Foto: iStock by Getty Images
Para Gilovich, a explicação para isto é a adaptação, considerada um dos inimigos da felicidade. “Nós compramos coisas para nos sentirmos felizes e isso acontece, mas só por um tempo. Novas coisas são excitantes para nós no início, mas depois nós nos adaptamos a elas”, esclareceu o professor em entrevista ao site Fast Co. Exist.
O artigo foi produzido a partir da síntese de estudos psicológicos realizados por ele e outros pesquisadores. Em um dos estudos, os participantes tinham que relacionar sua própria felicidade com experiências ou compras materiais. Inicialmente, os dois tipos foram considerados igualmente importantes. Mas, ao longo do tempo, a satisfação das pessoas com as coisas compradas diminuiu, enquanto as experiências em que eles investiram dinheiro foram ganhando mais importância.
“Você pode realmente gostar de seu bem material. Você pode até pensar que ele faz parte da sua identidade ou estar ligado a essas coisas. Mas, mesmo assim, eles permanecem separados de você. Por outro lado, suas experiências são realmente parte de você. Nós somos a soma total daquilo que vivemos”, comentou o especialista.

Foto: iStock by Getty Images
Os participantes que fizeram parte das pesquisas demonstraram que mesmo as experiências negativas contribuem para proporcionar felicidade. Talvez isso não seja perceptível no momento em que elas acontecem, mas no futuro elas podem render boas histórias ou contribuírem para a formação do caráter.
Outra razão para a felicidade é o fato de as experiências compartilhadas ajudarem a conectar as pessoas. Mesmo depois dos momentos juntos, as recordações e intimidade continuam a existir por muito tempo.

Foto: iStock by Getty Images
Diante dessas informações, Gilovich garante que quem quer aumentar a sua felicidade deve aplicar o dinheiro em atividades e não em coisas. A mesma sugestão é direcionada aos governos. “Como sociedade, não deveríamos tornar as experiências mais acessíveis às pessoas?”, indaga o doutor. Para ele, a população seria muito mais feliz se tivesse mais direitos e oportunidades de aproveitar momentos que não são palpáveis e perecíveis.
Fonte: ciclovivo.com.br/
Em artigo publicado recentemente na revista científica Experimental Social Psychology, ele explica toda a lógica por trás desta informação. Segundo o especialista, os bens materiais dão uma sensação momentânea de felicidade, enquanto as experiências, como viagens, shows e passeios, acabam se tornando parte da pessoa e rendem lembranças e laços que duram por toda a vida.

Foto: iStock by Getty Images
Para Gilovich, a explicação para isto é a adaptação, considerada um dos inimigos da felicidade. “Nós compramos coisas para nos sentirmos felizes e isso acontece, mas só por um tempo. Novas coisas são excitantes para nós no início, mas depois nós nos adaptamos a elas”, esclareceu o professor em entrevista ao site Fast Co. Exist.
O artigo foi produzido a partir da síntese de estudos psicológicos realizados por ele e outros pesquisadores. Em um dos estudos, os participantes tinham que relacionar sua própria felicidade com experiências ou compras materiais. Inicialmente, os dois tipos foram considerados igualmente importantes. Mas, ao longo do tempo, a satisfação das pessoas com as coisas compradas diminuiu, enquanto as experiências em que eles investiram dinheiro foram ganhando mais importância.
“Você pode realmente gostar de seu bem material. Você pode até pensar que ele faz parte da sua identidade ou estar ligado a essas coisas. Mas, mesmo assim, eles permanecem separados de você. Por outro lado, suas experiências são realmente parte de você. Nós somos a soma total daquilo que vivemos”, comentou o especialista.

Foto: iStock by Getty Images
Os participantes que fizeram parte das pesquisas demonstraram que mesmo as experiências negativas contribuem para proporcionar felicidade. Talvez isso não seja perceptível no momento em que elas acontecem, mas no futuro elas podem render boas histórias ou contribuírem para a formação do caráter.
Outra razão para a felicidade é o fato de as experiências compartilhadas ajudarem a conectar as pessoas. Mesmo depois dos momentos juntos, as recordações e intimidade continuam a existir por muito tempo.

Foto: iStock by Getty Images
Diante dessas informações, Gilovich garante que quem quer aumentar a sua felicidade deve aplicar o dinheiro em atividades e não em coisas. A mesma sugestão é direcionada aos governos. “Como sociedade, não deveríamos tornar as experiências mais acessíveis às pessoas?”, indaga o doutor. Para ele, a população seria muito mais feliz se tivesse mais direitos e oportunidades de aproveitar momentos que não são palpáveis e perecíveis.
Fonte: ciclovivo.com.br/
Coreia do Sul tem ciclovia Coberta com Placas solares
Ciclistas pedalam OS que entre Como Cidades de Daejeon e Sejong, na Coreia do Sul, CONTAM COM Uma Estrutura Muito Especial. A ciclovia, localizada na Parte de centro Uma autoestrada, E Coberta com Placas fotovoltaicas.
Conforme Informado local de Cabelo automobilístico Car Scoops , Uma pista se Espalha POR 32 quilómetros e Os ciclistas PODEM pedalar em Alta Velocidade, Assim Como OS carros Que viajam na estrada ao Lado.
Foto: Reprodução / YouTube
A sul-coreana ciclovia e Um Ótimo Exemplo de Aproveitamento do Espaço e compartilhamento de OSU. Ao MESMO ritmo em Que a Estrutura proporciona hum Espaço seguro Pará como pedaladas, E Possível Produzir Energia Limpa Para Iluminar Toda a estrada.

Foto: Reprodução / YouTube
O vídeo foi filmado em Abaixo de 2014, Por Um zangão that sobrevoou Toda a Estrutura da ciclovia. Nele E Possível visualizar Toda a Beleza Deste Sistema, Que sirva de Exemplo Para muitos Outros Lugares do Mundo.
Fonte: ciclovivo.com.br
Conforme Informado local de Cabelo automobilístico Car Scoops , Uma pista se Espalha POR 32 quilómetros e Os ciclistas PODEM pedalar em Alta Velocidade, Assim Como OS carros Que viajam na estrada ao Lado.

Foto: Reprodução / YouTube
A sul-coreana ciclovia e Um Ótimo Exemplo de Aproveitamento do Espaço e compartilhamento de OSU. Ao MESMO ritmo em Que a Estrutura proporciona hum Espaço seguro Pará como pedaladas, E Possível Produzir Energia Limpa Para Iluminar Toda a estrada.

Foto: Reprodução / YouTube
O vídeo foi filmado em Abaixo de 2014, Por Um zangão that sobrevoou Toda a Estrutura da ciclovia. Nele E Possível visualizar Toda a Beleza Deste Sistema, Que sirva de Exemplo Para muitos Outros Lugares do Mundo.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Porque anunciar no rádio?
Porque anunciar no rádio?
A 1ª grande vantagem do Rádio é o Targeting – a possibilidade de falar bem com determinados públicos. Como são muitos gêneros diferentes, é possível se comunicar muito próximo com segmentos de interesse dos anunciantes, com uma linguagem adequada para cada um deles;
– O Rádio é moderno, sabe se adaptar aos tempos e está sempre “up to date”;
– Se muda a tecnologia e o consumo dos meios torna-se cada vez mais individual, móvel e portátil, as emissoras online e o “i pod” recolocam o Rádio como alternativa;
– É uma mídia pessoal – as pessoas acordam, viajam, trabalham e descansam com o Rádio;
– Só o Rádio, junto com a TV, cobre a quase totalidade da população brasileira;
– O Rádio fala com muitos ao mesmo tempo, através das grandes audiências das principais emissoras nas cidades e suas coberturas geográficas;
– Fala também com muitos segmentos de audiências diferentes, representados pela grande variedade de formatos de programação disponíveis;
– O Rádio, em cada cidade do país, é a voz da comunidade ou daquele grupo específico de ouvintes que se identifica com o perfil de uma emissora;
– Um dos lados bons do Rádio é que a audiência dele não precisa ser exclusiva – ele é “multitask” – você dirige um automóvel, se exercita de manhã, lê jornal, acessa a internet e o rádio está sempre junto;
– Se cresce o tempo das pessoas no trânsito das cidades e estradas, lá está o Rádio cada vez mais informativo e prestador de serviços;
– O Rádio antecipa as notícias do Jornal, debate as manchetes da TV, conversa com os segmentos que lêem Revistas,… e tudo isso, através de uma conversa contínua e diária;
– O ouvinte varia entre 3 a 4 emissoras preferidas, mas dependendo do espírito que se encontra naquele dia, procura outras soluções, como notícias de trânsito, de temperatura, música, esportes, etc;
– Durante o dia, a maior audiência entre os meios está no Rádio – só a partir do fim do dia, com a inadequada “voz do Brasil” (às 7 da noite) e a volta das pessoas para casa, é que a audiência da TV passa a dominar;
– Outro lado bom do Rádio é o seu poder local ou regional – quanto mais próximo dos moradores da cidade ou da região, melhor a receptividade da emissora pelos ouvintes. É por isso que redes nacionais de rádio com uma só programação dificilmente dão certo no país;
– Outra vantagem forte é a Seletividade – com o Rádio é possível se anunciar local ou nacionalmente em infinitas combinações entre Targets, Gêneros e Mercados;
– Flexibilidade é outra característica do Rádio. Como o Rádio está presente no dia-a-dia, são inúmeras oportunidades de contato disponíveis, adequadas aos momentos de decisão de compra e que podem variar frente ao horário, à temperatura, ao período do ano, aos feriados, etc;
– Ninguém bate os Custos do Rádio. Os custos de mídia e de produção são mais baratos e acessíveis que as demais mídias e são sempre uma ótima oportunidade para quem precisa de freqüência em diferentes tipos de audiência;
– Outra força do Rádio é a Promoção. A flexibilidade, variedade e targeting do Rádio é sempre uma alternativa importante para a área promocional, pois pode se adaptar por mercado, por loja em ações que gerem tráfego nos pontos de venda, em táticas acertadas entre Agencias, Anunciantes e Distribuidores;
– Por fim, e não menos importante no Brasil, é sempre bom relatar o Valor Complementar do Rádio às demais mídias, seja oferecendo mais continuidade, freqüência ou envolvimento de comunicadores locais. Vale lembrar ainda que, no caso da TV, o uso simultâneo da mídia Rádio, por propiciar o Recall do comercial de TV, oferece uma maior repetição da mensagem, a um custo bem mais acessível
A 1ª grande vantagem do Rádio é o Targeting – a possibilidade de falar bem com determinados públicos. Como são muitos gêneros diferentes, é possível se comunicar muito próximo com segmentos de interesse dos anunciantes, com uma linguagem adequada para cada um deles;
– O Rádio é moderno, sabe se adaptar aos tempos e está sempre “up to date”;
– Se muda a tecnologia e o consumo dos meios torna-se cada vez mais individual, móvel e portátil, as emissoras online e o “i pod” recolocam o Rádio como alternativa;
– É uma mídia pessoal – as pessoas acordam, viajam, trabalham e descansam com o Rádio;
– Só o Rádio, junto com a TV, cobre a quase totalidade da população brasileira;
– O Rádio fala com muitos ao mesmo tempo, através das grandes audiências das principais emissoras nas cidades e suas coberturas geográficas;
– Fala também com muitos segmentos de audiências diferentes, representados pela grande variedade de formatos de programação disponíveis;
– O Rádio, em cada cidade do país, é a voz da comunidade ou daquele grupo específico de ouvintes que se identifica com o perfil de uma emissora;
– Um dos lados bons do Rádio é que a audiência dele não precisa ser exclusiva – ele é “multitask” – você dirige um automóvel, se exercita de manhã, lê jornal, acessa a internet e o rádio está sempre junto;
– Se cresce o tempo das pessoas no trânsito das cidades e estradas, lá está o Rádio cada vez mais informativo e prestador de serviços;
– O Rádio antecipa as notícias do Jornal, debate as manchetes da TV, conversa com os segmentos que lêem Revistas,… e tudo isso, através de uma conversa contínua e diária;
– O ouvinte varia entre 3 a 4 emissoras preferidas, mas dependendo do espírito que se encontra naquele dia, procura outras soluções, como notícias de trânsito, de temperatura, música, esportes, etc;
– Durante o dia, a maior audiência entre os meios está no Rádio – só a partir do fim do dia, com a inadequada “voz do Brasil” (às 7 da noite) e a volta das pessoas para casa, é que a audiência da TV passa a dominar;
– Outro lado bom do Rádio é o seu poder local ou regional – quanto mais próximo dos moradores da cidade ou da região, melhor a receptividade da emissora pelos ouvintes. É por isso que redes nacionais de rádio com uma só programação dificilmente dão certo no país;
– Outra vantagem forte é a Seletividade – com o Rádio é possível se anunciar local ou nacionalmente em infinitas combinações entre Targets, Gêneros e Mercados;
– Flexibilidade é outra característica do Rádio. Como o Rádio está presente no dia-a-dia, são inúmeras oportunidades de contato disponíveis, adequadas aos momentos de decisão de compra e que podem variar frente ao horário, à temperatura, ao período do ano, aos feriados, etc;
– Ninguém bate os Custos do Rádio. Os custos de mídia e de produção são mais baratos e acessíveis que as demais mídias e são sempre uma ótima oportunidade para quem precisa de freqüência em diferentes tipos de audiência;
– Outra força do Rádio é a Promoção. A flexibilidade, variedade e targeting do Rádio é sempre uma alternativa importante para a área promocional, pois pode se adaptar por mercado, por loja em ações que gerem tráfego nos pontos de venda, em táticas acertadas entre Agencias, Anunciantes e Distribuidores;
– Por fim, e não menos importante no Brasil, é sempre bom relatar o Valor Complementar do Rádio às demais mídias, seja oferecendo mais continuidade, freqüência ou envolvimento de comunicadores locais. Vale lembrar ainda que, no caso da TV, o uso simultâneo da mídia Rádio, por propiciar o Recall do comercial de TV, oferece uma maior repetição da mensagem, a um custo bem mais acessível
Câncer de testículo está ligado a suplementos para ganho de massa muscular, diz estudo
O consumo de suplementos para ganho de massa muscular a base de creatina ou androstenediona está relacionado ao maior risco de câncer de testículo, de acordo com uma pesquisa publicada no British Journal of Cancer.
Os pesquisadores analisaram os hábitos de 900 homens de Massachussets e Connectitcut, Estados Unidos. Eles descobriram que aqueles que usavam suplementos para ganho de massa muscular a base de creatina ou androstenediona tem 65% mais chances de desenvolver o câncer de testículo. Os estudiosos definiram como uso o consumo de um ou mais suplementos em questão uma vez na semana por quatro semanas consecutivas ou mais.
Ainda de acordo com os estudiosos, o risco é maior entre homens que usam mais de um tipo de suplemento, subindo para 177%. Homens que passaram a usar os suplementos aos 25 anos ou menos correm um risco 121% maior de desenvolver a doença. Já aqueles que consumiram os suplementos por 3 anos ou mais tem 156% mais chances de ter um câncer de testículo.
De acordo com os pesquisadores, trata-se do primeiro estudo epidemiológico analítico da possível ligação entre suplementos e câncer testicular. O trabalho foi inspirado por provas de que pelo menos alguns componentes dos suplementos em questão poderiam danificar os testículos. Contudo, ainda são necessárias mais pesquisas para comprovar esses malefícios dos suplementos a base de creatina ou androstenediona.
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